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Concentração de metano de 1100 a 2000

  • Foto do escritor: italo prota de sa
    italo prota de sa
  • 30 de dez. de 2024
  • 2 min de leitura

Atualizado: 6 de jan. de 2025

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Os dados antigos são estimados com base em amostras extraídas da cobertura de gelo da Antártica em profundidades de até três quilômetros. A partir da metade do Século XX, os dados são extraídos de medições reais feitas pela NOAA, Agência Nacional da Atmosfera e Oceanos dos EUA.

O gráfico é muito claro. Do ano de 1100 até 1700, a linha permanece com pequenas oscilações e, até 1800, a quantidade de moléculas de metano permaneceu abaixo de 800 partes por bilhão, porém a partir de 1850 o crescimento se acelerou de forma acentuada.

             A concentração do metano na atmosfera é medida em partes por bilhão – uma concentração muito baixa. Desta forma, emissões novas fazem a concentração aumentar rapidamente.

            Nos últimos 50/70 anos quatro fatores podem estar provocando este aumento acelerado da sua concentração:  

emissões fugitivas – vazamentos em extração de combustíveis fósseis;

 aquecimento global, o aumento da temperatura acelera a putrefação ou a fermentação de matéria orgânica;

derretimento do permafrost, solos congelados são depósitos gigantescos de metano que, sob aquecimento liberam metano em grandes quantidades e

 pecuária, a criação de animais, especialmente de ruminantes, através da fermentação entérica, produz metano continuamente e em grandes volumes.    

            O metano tem vida útil curta na atmosfera e tem potencial de aquecimento global muito alto, assim a redução de sua emissão tem um efeito imediato no efeito estufa. Por isto, a redução das emissões, certamente, será “a bola da vez” nos planos de enfrentamento do aquecimento global. As duas melhores fontes para serem enfrentadas são as emissões fugitivas e a bovinocultura

             A concentração do metano na atmosfera é medida em partes por bilhão – uma concentração muito baixa. Desta forma, emissões novas fazem a concentração aumentar rapidamente.

            Nos últimos 50/70 anos quatro fatores podem estar provocando este aumento acelerado da sua concentração:  

emissões fugitivas – vazamentos em extração de combustíveis fósseis;

 aquecimento global, o aumento da temperatura acelera a putrefação ou a fermentação de matéria orgânica;

derretimento do permafrost, solos congelados são depósitos gigantescos de metano que, sob aquecimento liberam metano em grandes quantidades e

 pecuária, a criação de animais, especialmente de ruminantes, através da fermentação entérica, produz metano continuamente e em grandes volumes.    

            O metano tem vida útil curta na atmosfera e tem potencial de aquecimento global muito alto, assim a redução de sua emissão tem um efeito imediato no efeito estufa. Por isto, a redução das emissões, certamente, será “a bola da vez” nos planos de enfrentamento do aquecimento global. As duas melhores fontes para serem enfrentadas são as emissões fugitivas e a bovinocultura


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Italo Prota de Sá

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