Emissões do Brasil
- italo prota de sa
- 4 de jan. de 2025
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Atualizado: 6 de jan. de 2025

Essas são as emissões do Brasil em 2020 reportadas pelo Governo Federal por setores e dentro dos padrões da ONU. Total de 1.675.760.000 toneladas de CO²eq.
Energia compreende geração de energia elétrica e transporte. Estamos bem porque temos hidrelétricas, energia eólica, energia solar e biocombustíveis (bagaço de cana, biodiesel, etanos e outros).
IPPU (Industrial Processes and Product Use) são as emissões decorrentes da fabricação de produtos industriais tais como cimento, aço, petroquímica e outros menos importantes. Estamos na média global e nossa indústria é limitada. Na indústria de cimento estamos melhores do que a média porque nossas fábricas são modernas.
Agropecuária engloba todas as emissões até a porteira da fazenda (não é agronegócio) e o mais importante é a emissão de metano pela pecuária (bovinocultura, suinocultura, avicultura etc.). Temos agropecuária grande e, dentro dela, muita pecuária. Logo somos grandes emissores.
LULUCF (Land Use, Land-Use and Change e Forestry) é uma sigla em inglês para mudança de uso da terra e desmatamento. No caso brasileiro, o grosso é o desmatamento para diversas finalidades tais como agropecuária, represas, estradas, aeroportos, cidades etc. A Amazônia e o Centro Oeste lideram devido ao desmatamento para a agropecuária. Aqui é o nosso maior problema porque até agora não conseguimos barrar o desmatamento ilegal, especialmente na Amazônia, e o nosso crescimento agropecuário tem sido feito à custa de ampliação da área desmatada.
Resíduos englobam as emissões dos resíduos sólidos (aterro sanitário e lixão) e efluentes domésticos e industriais, estes provenientes da produção de açúcar e álcool, leite, celulose, cerveja e abate de aves e bovinos. Queima de resíduos (industrial ou não) e compostagem. Estamos mal porque nossos lixões e tratamento de esgotos não são “lá estas coisas”. Por outro lado, estamos começando a utilizar resíduos orgânicos para produzir energia.
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