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Incêndios no Canadá em 2023

  • Foto do escritor: italo prota de sa
    italo prota de sa
  • 4 de jan. de 2025
  • 1 min de leitura


Em 2021 a cidade de Lytton (Canadá) registrou o recorde de temperatura – 49,6º C. Pouco mais de dezenove milhões de hectares pegaram fogo em 2023. É muita coisa. Se fosse um retângulo mediria quase duzentos quilômetros por outros mil quilômetros. A fumaça desses incêndios já chegou em vários estados dos EUA e, até, na Noruega, Islândia e Groenlândia. Nos EUA cerca de cem milhões de pessoas foram afetadas pela fumaça canadense. Ainda bem que são países amigos (os EUA estavam ajudando no combate aos incêndios).

Claro que o aquecimento global que vem ocorrendo há diversos anos contribui fortemente para a ocorrência deste tipo de evento extremo. Temperaturas altas, secas, baixa humidade do ar e vento são os ingredientes perfeitos para incêndios desta magnitude.

Na temporada de 2024 os incêndios canadenses voltaram ao normal e, no Brasil, o Pantanal e a Floresta Amazônica bateram todos os recordes de incêndios e queimadas. Em área, a Amazônia queimou mais, mas, percentualmente, no Pantanal foi maior.

As florestas são uma das grandes fontes do agronegócio de diversos países (2023), menos para nós:

1.    Canadá: US$ 6,5 bilhões

2.    Suécia: 3,6 bilhões de dólares

3.    Rússia: 3,3 bilhões de dólares

4.    Alemanha: 2,9 bilhões de dólares

5.    Estados Unidos: 2,7 bilhões de dólares 

6.    Finlândia: 2 bilhões de dólares

7.    Áustria: 1,6 bilhões de dólares

8.    Tailândia:  1,3 bilhões de dólares

9 – Brasil : 762,2 milhões de dólares

10 -  Chile: 759,8 milhões de dólares


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