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Rios voadores da Amazônia

  • Foto do escritor: italo prota de sa
    italo prota de sa
  • 4 de jan. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 26 de jan. de 2025

Para variar, tudo começa com o sol. “Rios voadores” é uma expressão utilizada  para definir nuvens muito densas formadas na América do Sul. Num primeiro momento o calor do Sol faz evaporar a água do oceano Atlântico perto da Linha do Equador e formam-se nuvens de vapor muito densas. Os ventos as deslocam para o continente e, ao passar sobre a floresta, ela faz chover e, ao mesmo tempo, capta água decorrente da evapotranspiração da floresta. Como são (ou eram) milhões de árvores, esta troca é gigantesca. Continuando seu trajeto, as nuvens chegam até os Andes e formam a sua neve e alimentam as nascentes que formam, entre outros, o Rio Amazonas.

         Como a Cordilheira dos Andes é muito alta, as nuvens retornam e vão levar chuvas para o Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. É graças a este fenômeno que estas regiões são as mais produtivas da agropecuária brasileira.

         Conforme a Floresta Amazônica vai sendo desmatada, pode se chegar a um ponto onde as chuvas no Brasil, nas regiões citadas, se reduzam muito e poderemos ter, frequentemente, secas muito severas como as de 2023 e 2024.

         Finalmente, os Andes estão recebendo menos neve e isto pode prejudicar até as nascentes de rios nas cordilheiras. 

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Italo Prota de Sá

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